segunda-feira, 2 de novembro de 2009

reconhecer

RECONHECER
Reconhecer que, lamentar-se, é mais fácil que lutar.
Reconhecer que, esperar é mais cômodo que seguir.
Reconhecer que, a atitude certa é tão difícil quanto a errada.
Reconhecer que, nada chega, senão houver luta e esperança.
Reconhecer que, a pessoa certa, nem sempre é a certa mesmo.
Reconhecer que, uma nova luz, pode iluminar tanto quanto ou mais que outra.
Reconhecer que, amar não é ter posse.
Reconhecer que, aquela pessoa nem sempre é a melhor.
Reconheço que não consigo Reconhecer sempre a realidade.
Mas confesso que posso Reconheçer quem sou.

Silvane Castilhos
" Nunca deixe que a saudade do passado , e o medo
do futuro estraguem a beleza
do presente.
Pois dias valem por um momento ,
e há momentos que valem por toda
VIDA !
O verdadeiro amor não é aquele
que se alimenta de carinho e beijos
mas sim aquele que suporta a renúncia e
consegue viver na saudade...
2 novembro 2009
8 Comentários » HOJE É O DIA DA SAUDADE
O dia de Finados é marcado sempre pela saudade daqueles que se foram. Costumamos notar que sempre chove no dia 2 de novembro.Mas hoje amanheceu um lindo dia, céu azul e sol quente.Melhor assim, pois quando o dia de Finados mostra-se cinzento e chuvoso, parece que as saudades transformam-se em tristezas e a dor aumenta.
Recebi o texto abaixo e quero compartilhar com vocês.

O NASCER PARA O ALÉM…

Há quem morra todos os dias.
Morre no orgulho, na ignorância, na fraqueza.
Morre um dia, mas nasce outro.
Morre a semente, mas nasce a flor.
Morre o homem para o mundo, mas nasce para Deus.

Assim, em toda morte, deve haver uma nova vida.
Esta é a esperança do ser humano que crê em Deus.
Triste é ver gente morrendo por antecipação…
De desgosto, de tristeza, de solidão.
Pessoas fumando, bebendo, acabando com a vida.
Essa gente empurrando a vida.
Gritando, perdendo-se.
Gente que vai morrendo um pouco, a cada dia que passa.

E a lembrança de nossos mortos, despertando, em nós, o desejo de abraçá-los outra vez.
Essa vontade de rasgar o infinito para descobri-los. De retroceder no tempo e segurar a vida. Ausência: – porque não há formas para se tocar.
Presença: – porque se pode sentir.
Essa lágrima cristalizada, distante e intocável.
Essa saudade machucando o coração.
Esse infinito rolando sobre a nossa pequenez. Esse céu azul e misterioso.
Ah! Aqueles que já partiram!
Aqueles que viveram entre nós.
Que encheram de sorrisos e de paz a nossa vida.
Foram para o além deixando este vazio inconsolável.
Que a gente, às vezes, disfarça para esquecer.
Deles guardamos até os mais simples gestos. Sentimos, quando mergulhados em oração, o
ruído de seus passos e o som de suas vozes.
A lembrança dos dias alegres.
Daquela mão nos amparando.
Daquela lágrima que vimos correr.
Da vontade de ficar quando era hora de partir. Essa vontade de rever novamente aquele rosto.
Esse arrependimento de não ter dado maiores alegrias.
Essa prece que diz tudo.
Esse soluço que morre na garganta…

E…
Há tanta gente morrendo a cada dia, sem partir. Esta saudade do tamanho do infinito caindo sobre nós.
Esta lembrança dos que já foram para a eternidade.
Meu Deus!
Que ausência tão cheia de presença!
Que morte tão cheia de esperança e de vida!